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Pelotas, RS, Brazil
Tenho 27 anos, casadodo. Há 8 anos. Sou uma pessoa totalmente feliz... Satisfeito com tudo o que a vida me oferece....

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quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Me chuparam no cinema!!!

Olá ! Esta experiência aconteceu numa época da minha vida em que decidi experimentar coisas novas. Tive receio durante muito tempo em fazer o que vou narrar neste conto. Especificamente sexo com outro homem. Comecei a frequentar um cinema erótico em minha cidade. Pra minha surpresa, percebi, depois de ir umas 3 vezes, que lá dentro rolava sexo de todo tipo: um cara chupando o outro, uma cara punhetando o outro, até meter eu vi umas duas vezes os caras metendo lá dentro. De início fiquei surpreso, mas depois algumas idas, comecei a ficar excitado com o que via. De cara, comecei a me masturbar assistindo os filmes. Vi que uns caras se aproximavam, mas de cara não permiti que fizessem nada. Medo, receio, não sabia direito o que era, mas que sentia muito tesão quando via os cara, ah! sentia e muito.
Depois de alguns meses frequentando, decidi que daria uma oportunidade a primeiro que viesse tentar pegar no meu pau. Fui ao cinema. Na hora do almoço é o horário em que fica mais lotado. Entre e me sentei mais ou menos no meio do lado direito. Assim que sentei, na minha frente tinha dois caras. Um mais a minha esquerda e o outro a esquerda dele. Percebi que o que estava mais próximo a mim chupava o outro. Fiquei com o pau muito durto logo. Resolvi sem demora colocar pra fora e bater uma punheta. Estava tão excitado que nem lembrei que estava ali decido a deixar alguem me chupar. Logo alguém me fez lembrar. Sentou cara do meu lado e me vendo de pau na mão, começou a olhar pra mim. Percebia isto olhando de lado. Ele então falou:
- Tensão da porra, né, mano ??
Meu coração veio na boca. Afinal de contas era a primeira vez que eu fazia aquilo. Então respondi:
- Muio tesão mesmo !
- Quer experimentar ?
Me assustei mais ainda, pois pensei que o cara queria que eu chupasse ele.
então eu disse:
- Experimentar o que ?
- Se chupado daquele jeito ou melhor.
Ai eu relaxei. Era tudo o que eu mais queria. Mas mesmo assim, disse:
- Não sei. Nunca fiz isso antes.
- Que ótimo.
Então começou a passar a mão na minha coxa. Meu coração pulava.
Pegou meu pau e começou a punhetar. Quando viu que eu estava relaxando, ele colocou o pau pra fora. Resolveu ficar de joelhos do meu lado. Começou a chupar meu pau com a ajuda da sua mão direita frenética, enquanto que com a direita, acho eu, se masturbava. Como ficou de joelhos, não deu pra veu o que realmente fazial. Mas como gemia muito, acho que punheta.
De vez em quanto, para a chupada, olhava pra mim e perguntava:
- Tá bom ?
Eu respondia como gemidos que nunca tinha dado antes.
Dos caras que estavam na nossa frente, o que foi chupado tinha levantado. O chupão ficou ali e quanto viu agente numa boa começou a olhar pra trás e a bater punheta vendo agente. Aquilo me deixou mais excitado ainda.
Depois de bons 5 minutos de chupada intensa, gozei muito na boca do cara. O cara da minha frente, também gozou (deduzi isto pelos gemidos deles). Não pensei que ele fosse engolir. Achei que ele tinha nojo, como eu tenho (vou confessar) da minha própria porra. Mas pelo contrário, engoliu tudo e ainda disse:
- Sua porra é doce, cara ! Ficaria chupando você o dia todo. Tá afim de continuar fora daqui ? Meu cú também tá afim dessa sua rola.
Fiquei muito surpreso, mas não topei. Para primeira experiência, já bastava. Mas propus trocar telefone e ele topou. Ainda não tive coragem de ligar pra marcar e comer aquele cú. Mas aquela chupada ficara na memória pra sempre.

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

TROCA-TROCA

Todo domingo à tarde num antigo hotel tinha uma pelada, embora eu não jogue futebol não perdia por nada. Era um hotel desativado e na área de treinamento de cavalos é que a rapaziada fazia o seu futebol e aproveitavam as cocheiras como vestiário. Não que eu gostasse de bola, mas gostava de ver todos aqueles músculos correndo atrás da bola, coçando o pinto, suando o corpo, cuspindo no chão e xingando. Viajava imaginando cada um daqueles corpos sem roupa, tentando adivinhar como seriam aqueles caralhos duros, o formato, o tamanho, a grossura, o gozo, o abraço e a trepada de cada um daria. Chegava em casa excitadíssimo.O jogo era confuso, pois virava a 2 e terminava a 4 e aí se formava um alvoroço para compor novas equipes para mais dois tempos. Muitas vezes jogavam os "de camisa" contra os "sem camisa". Outras vezes colocavam uns coletes (azuis e brancos) com números. É claro que eu tinha meus preferidos – pela beleza, pelos músculos, pelas pernas, pelo volume, pela simpatia ou pelo conjunto. Mas ficava na minha.Numa destas tardes eu estava sentado num pedaço mais alto do terreno e vi um certo movimento em uma das últimas cocheiras que ficava bem distante de onde rolava o futebol, e eu só percebi pois de onde eu estava tinha uma visão privilegiada de toda a área. Vi entrar o número 11 e quase junto com ele o número 4, fechando a porta e olhando para ver se ninguém estava olhando. Dei a volta por trás das cocheiras rapidamente e abri a pesada porta de madeira. Vi um terceiro sem roupa, chupando o pau do n° 11 enquanto o n°4 abaixava suas calças, já punhetando seu caralho duro pronto para a penetração, que dando uma cuspida na cabeça começou a encaixar aquele belo membro no rabo do cara, que nem se abalou com a minha entrada. O n° 11 um mulato claro, alto e com um sorriso de menino foi dizendo que todos os buracos estavam ocupados. Fechando a porta atrás de mim, disse que não estava interessado nos buracos, mas que queria ajudar a dar conta daqueles caralhos. O n° 11 foi tirando o cacete da boca do cara e me pegando pelo braço enquanto balançava com a outra mão aquele mastro, foi falando que era todo meu. Ele era bem mais alto do que eu e minha boca ficava na altura do seu peito. Enquanto eu tirava minhas calças comecei a lamber o seu peito, descendo até seu cacete, que era enorme. Estava louco com o cheiro de suor de seu corpo, tentando dar conta daquele cacete que nem cabia na minha boca. Ele me virando de costas e inclinando meu corpo para baixo para que eu ficasse de quatro, passou a cabeça do seu pau pelo meu rego e dando uma enorme cuspida começou e me penetrar sem dó e com força. Gemi alto, pois seu cacete enorme estava me rasgando, mas ele inclinando seu corpo enviou um braço pelo meu ombro, enquanto passou o outro braço pela minha barriga, me deixando preso ao seu corpo e metendo sem dó. Quando pensei que já tinha entrado tudo, ainda tinha um belo naco para entrar e como ele não conseguiu enfiar tudo de uma vez, começou a fazer movimentos, enfiando e tirando, cada vez com mais força, até que entrou inteiro dentro do meu cu.A dor passou quando seu caralho começou a lubrificar meu rabo e ele sentindo que os seus movimentos de entrar e de sair do meu corpo já estavam mais fáceis, deu um tapa estalado na minha nádega e mandou que eu rebolasse gostoso. Aqueles braços compridos me envolvendo e aquele cheiro de macho estavam me deixando louco, com aquele caralho enterrado no meu cu que dava a impressão que ia me atravessar, comecei a rebolar como eu podia, com vontade e com tesão. Só voltei a lembrar que o n° 4 estava enrabando o outro cara, quando no n° 11 falou p'ro camarada que meu cuzinho além de ser apertadinho e gostoso, que eu rebolava melhor que puta. Uma cena engraçada – estávamos quase que na mesma posição e lado a lado, quando o n°4 sugeriu que trocassem de rabo. Eu e o outro cara estávamos de quatro, lado a lado e eles rapidamente fizeram a troca.O n° 4 um negro forte, mais baixo e mais troncudo tinha um caralho menor, mas em compensação mais que o dobro da grossura do outro e tendo os braços mais curtos segurou com suas duas mãos meu quadril e foi enterrando e arrombando eu rabo já todo molhado. Tive a impressão que ele ia me esquartejar e com movimentos mais rápidos que o n° 11, me fudendia com força e rapidez. Dava para ouvir o barulho do seu saco batendo no meu corpo, pedindo que rebolasse gostoso p'ra ele também. Depois de alguns minutos senti que seu gozo estava por vir quando ele pediu nova troca e novamente senti o longo cacete no n° 11 entrando e atravessando meu corpo, enquanto me abraçava com seus braços longos e me fudia com movimentos ritmados e mais lentos, tirando quase todo seu pau para fora e enterrando em seguida até o saco.Fizeram este troca-troca por várias vezes e assim seguraram o gozo por muito tempo. Meu rabo estava todo molhado e esfolado e meu pau batia no meu umbigo de tanto tesão. Quando me dei conta, estava novamente com pau o n°11 enterrado na minha bunda e não agüentando mais comecei a gozar e piscar meu cu, rebolando com força e com velocidade enquanto esguichava porra e ele não agüentando gritou que ia gozar. Senti seu gozo espirrando no meu rabo, me molhando inteiro por dentro enquanto ele me abraçava com mais força e puxava meu corpo contra o seu. Apertei seu pau com meu cu e rebolei mais para que ele despejasse todo seu gozo. Quando paramos estávamos suados e ele tirando seu cacete semiduro começou a colocar o calção enquanto eu pegava minhas roupas. Vi o n° 4 dar as últimas estacadas no rabo do outrocara que não gozou. Eles saíram e eu não esperei, saí em seguida e fui embora rapidamente. Fiquei sabendo que o outro carinha demorou um pouco para sair e teve que agüentar mais uns cinco ou seis machos.Depois deste dia, o n°11 me procurou algumas vezes até que se casou, o n°4 como já era casado, nunca mais encontrei. Hoje não vou mais assistir o futebol da moçada, mas ainda bato minhas punhetas pensando naquele troca-troca. Hei! Isto é ficção. O futebol existia e a minha imaginação também.

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Hot Conto...

Comido pelos leões da obra...

Sou moreno claro, tenho 1,68 altura, 58 kilos e atualmente 35 anos. Vou contar algo que me aconteceu quando tinha 25 anos, inicio de carreira, quando trabalhava em uma construtora pequena.Fui supervisionar uma obra, que era uma casa grande em um bairro novo, tinham poucas casas e pareciam ser de luxos, estava substituindo um colega que estava de licença.Mas vamos ao caso; quando cheguei tinham apenas três peões muito gostosos, suados e com cara de homem. Achei eles atraentes, mas não gostava de suor, até aquele dia... Eles se aproximaram e comecei a analisar a obra, não sei o que, porque já estava pronta e faltava poucas coisas, achei que tinha perdido meu tempo, mas quando me dei conta eles estavam cochichando e olhando para mim. Não dei bola, mas um deles se aproximou e disse:- Não quer ver como estava ficando o acabamento por dentro, doutor?Entrei mais na casa com este peão, negro e alto, com mãos fortes e calejadas de trabalho.- Já está quase pronto, não sei porque me mandaram aqui. Falei observado.- Você está substituindo o outro doutor ne? Sabe porque ele marcava de vir sempre aqui?Nisso apareceram os outros, um baixinho meio gordinho e branco e outro moreno bem magro e com cara de novinho. Gelei na hora porque a forma como ele disse e olhava pra mim era com tesão. Não sei porque, fiquei de pau duro. Eu não era afeminado, pensei que era apenas uma impressão, achar que ele queria me comer. O baixinho se aproximou por trás e deu uma passada em minha bunda, me virei querendo dar uma bronca e tirar satisfação, mas nisso ele pegou minha mão e colocou no seu pau já duro, não resisti... Era grande, mesmo considerando a sua estatura, o mais novo me agarrou por trás e começou a esfregar seu pau em mim, não tinha mais jeito, iria dar ali mesmo pra três peões suados a machos. O mais alto, abriu o zíper de sua calça mostrando sua pica dura e grande, o baixinho abriu minha calça, tirou minha cueca e se ajoelhou, e começou a me mamar. O que estava por trás de mim, acariciava a minha bunda com sua mão e enfiava um dedo no meu cu. Eu gemia e jogava meu corpo hora pra frente e hora, pra trás. O mais alto pediu para o baixinho sair de minha frente, pegou minha nuca e pediu par eu ajoelhar e chupar aquele cacete, suado e com gosto forte de pica. Com esta cena os outros dois tiraram as suas calças e colocaram os seus paus a minha disposição, o pau do baixinho era médio, mas grosso e do novinho e magro, era longo e um pouco fino. Estava com três paus diferentes em minha disposição, não sabia o que fazia, ora chupava um, chupava dois enquanto punhetava outro, não estava ligando de quem era. Mas dei uma atenção especial no pau do baixinho que cabia quase todo em minha boca e tinha uma cabeça grande, esta atenção me custou uma gozada na boca:- To gozando doutor, que boca maravilhosa! !Dizia ele enquanto gozava jatos e mais jatos de porra. O mais alto pegou um colchão velho e sem lençol, pediu para eu deitar, e claro atendi. Tirei a minha camisa e deitei de bruços de propósito para deixá-los mais loucos ainda, o mais alto se deitou, passou aquela mão áspera em minha bunda, abriu e caiu de boca, sua língua era grossa e percorria todo meu rego sem parar, na verdade a sua intensão era de me lubrificar. Nesta altura estava louco de tesão ate que percebi que ele estava colocando seu pau na entradinha e começou a forçar, deu pra sentir a sua cabeça entrando e o resto me arrombando, ele colocava numa velocidade lenta, mas de uma vez só. O mais magro batia uma punheta como se estivesse esperando a sua vez. Quando ele terminou de enfiar tudo, começou com um movimento que estava ficando cada vez mais rápido, ele metia e suava tanto que pingava em mim, aquele cheiro de homem ficava mais e mais forte. Eu sentia seu pau até o fundo, eu gemia e pedia para meter. Ele não dizia nada apenas dava pequenos gemidos e fazia seu trabalho, de repente senti os movimentos mais rápidos e fortes, sua respiração ofegante e gemidos mais altos que antes. Até que seu pau começou a pulsar dentro de mim, dava pra sentir isso de tão forte que era, e fui inundado pelo seu gozo, que preencheu meu cu de tanta porra que era. Ele saiu de cima de mim, tirando seu pau, e nesta hora começou a escorrer, meu cu era uma mistura de porra e suor. Pegou seu pau e mandou eu limpar com minha boca, nisso o mais magro, que estava esperando sua vez me pegou pela cintura e me colocou de quatro. Só fiz esperar ele enfiar seu pau, e o desgraçado sem dó, enfiou de vez. Também esperando tanto tempo pra gozar, ele bombava forte enquanto em limpava o pau todo melado de porra, o magrinho, metia muito gostoso, apertava minha bunda e as vezes segurava minha cintura para jogar meu corpo contra o seu. O mais alto tirou seu pau de minha boca e veio o baixinho, dizendo:- Quero sentir de novo minha pica toda dentro de sua boca, doutor!Naquela hora eu era doutor, mas estava sendo comido e fudido por três paus diferentes. Eu mamava so com o movimento de meu corpo sendo jogado pra frente, enquanto recebia na bunda com força. Meu pau estava duro e comecei a punhetar revezando as mão, senti que estava quase gozando e meu cu estava ficando cada vez mais apertado e nisso o mais magro anunciou que iria gozar, aumentou a força de suas estocas e gozou tudinho no meu cu, não resisti e gozei também gemendo com o pau na boca.Estava morto, não agüentava mais nada, só que o baixinho pediu que eu continuasse, ele deitou de barriga pra cima comecei a chupar aquele pau grosso, dando lambidas na cabeça e no saco, até que ele gozou melando minha boca e minha cara. Cada uma vestiu a suas roupas e disseram que iriam voltar ao trabalho, mandaram lembranças para meu outro colega de trabalho. Ele voltou de sua licença e comentei que tinha nesta casa, ele deu um sorriso e perguntou se os peões faziam um bom trabalho, e respondi que sim. Ele me olhou e cochichou:- Este é o nosso segredo, agendo visitas lá toda a semana, pena que já está praticamente pronta, mas vamos um dia lá nós dois para terminar o trabalho.Isto é outra história